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Dúvidas comuns · MR2 Corretora

Seguro residencial, de vida, empresarial e plano de saúde: dúvidas comuns

Fora o carro, são estas as dúvidas que mais chegam à MR2. Cada resposta começa pelo que você precisa saber e cita a lei ou a norma quando a regra vem dela.

Seguro residencial

O que o seguro residencial cobre?

A cobertura básica é incêndio, queda de raio e explosão; as outras são escolhidas, como roubo, danos elétricos, vendaval, responsabilidade civil e vidros. A assistência costuma incluir chaveiro, encanador e eletricista.

Veja cotar seguro residencial Link desta resposta

O seguro residencial cobre danos elétricos?

Só com a cobertura de danos elétricos, que paga a queima de aparelhos e instalações por oscilação de energia ou curto-circuito, dentro do limite escolhido.

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O seguro do condomínio cobre o meu apartamento?

Cobre a edificação e as áreas comuns, que o art. 1.346 do Código Civil torna obrigatório segurar. Os seus móveis, eletrônicos e objetos só ficam protegidos com um seguro residencial próprio.

Fonte: Código Civil

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Seguro residencial é caro?

Depende do valor do imóvel e dos bens, das coberturas escolhidas e do tipo de moradia. A cotação mostra o preço para o seu caso, com as seguradoras lado a lado.

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Seguro de vida

Quem pode contratar seguro de vida?

Qualquer pessoa dentro da idade aceita pela seguradora, com a declaração de saúde feita na proposta. O preço depende da idade, do capital e das coberturas, como morte, invalidez e doenças graves.

Veja cotar seguro de vida Link desta resposta

Seguro de vida entra em inventário?

Não: o capital pago por morte vai aos beneficiários e não é considerado herança para nenhum efeito, pela Lei 15.040/2024, art. 116, em vigor desde 11 de dezembro de 2025. A mesma lei torna esse capital impenhorável (art. 122). As duas regras já estavam no art. 794 do Código Civil, revogado por essa lei. Sem beneficiário indicado, metade vai ao cônjuge, se houver, e o resto aos herdeiros (art. 115).

Fonte: Lei 15.040/2024, lei do contrato de seguro; Código Civil

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Seguro de vida cobre doença preexistente?

Pode cobrir: pela Lei 15.040/2024, em vigor desde 11 de dezembro de 2025, a seguradora só exclui sinistro causado por doença preexistente se o contrato não tiver carência e se você, perguntado com clareza, omitiu a doença de propósito (art. 119). Se houver carência, ela não pode negar o pagamento por preexistência (art. 118). Declare tudo na proposta: omitir de propósito pode fazer perder a garantia (art. 44).

Fonte: Lei 15.040/2024, lei do contrato de seguro

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Seguro de vida tem carência?

Pode ter, para morte natural e invalidez por doença, se o contrato prever; em acidente não há carência, salvo para suicídio (Resolução CNSP 439/2022, art. 14). Pela Lei 15.040/2024, em vigor desde 11 de dezembro de 2025, a carência não pode passar da metade da vigência nem ser exigida de novo na renovação ou na troca de seguradora (art. 118). Suicídio nos dois primeiros anos de vigência não é coberto; depois disso, é (art. 120).

Fonte: Lei 15.040/2024, lei do contrato de seguro

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Seguro empresarial

O que o seguro empresarial cobre?

Incêndio como cobertura básica e, conforme a escolha, roubo, danos elétricos, vendaval, responsabilidade civil, equipamentos e lucros cessantes, que repõem o faturamento enquanto a empresa fica parada.

Veja cotar seguro empresarial Link desta resposta

MEI pode contratar seguro empresarial?

Pode. Há planos para pequenos negócios, com coberturas para o ponto, os equipamentos e a responsabilidade civil, contratados no CNPJ do MEI.

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Plano de saúde

Qual a carência do plano de saúde?

Pela Lei 9.656/1998, art. 12, a carência máxima é de 24 horas para urgência e emergência, 300 dias para parto a termo e 180 dias para os demais casos. Complicação na gravidez conta como urgência (art. 35-C). Em plano empresarial com 30 beneficiários ou mais, quem pede a entrada em até 30 dias do contrato ou do vínculo com a empresa não cumpre carência (Resolução Normativa 557/2022 da ANS, art. 6º).

Fonte: Lei 9.656/1998, dos planos de saúde; Resolução Normativa ANS 557/2022

Veja cotar plano de saúde Link desta resposta

O que é portabilidade de carências?

É trocar de plano sem cumprir carência de novo, desde que cumpridos os requisitos da ANS, como tempo mínimo no plano atual e faixa de preço compatível. A regra está na Resolução Normativa 438/2018 da ANS.

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Plano de saúde cobre doença preexistente?

Cobre, mas a operadora pode aplicar cobertura parcial temporária: por até 24 meses, sem cirurgias, leitos de alta tecnologia e procedimentos de alta complexidade ligados à doença declarada (Lei 9.656/1998, art. 11, e Resolução Normativa 558/2022 da ANS, art. 2º). Omitir doença que você conhecia pode levar à rescisão por fraude, mas só depois que a ANS encerra o processo; até lá, o atendimento continua (RN 558/2022, art. 16).

Fonte: Lei 9.656/1998, dos planos de saúde; Resolução Normativa ANS 558/2022

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Com quais operadoras de saúde a MR2 trabalha?

Com SulAmérica Saúde, Unimed, MedSênior e Samp. A MR2 compara as redes credenciadas e os preços por faixa de idade antes de você escolher.

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Planos de saúde no ES em números

O número de pessoas com plano de saúde está crescendo no ES?

Sim: no Espírito Santo, os beneficiários de planos de assistência médica passaram de 1.360.031 em junho de 2025 para 1.416.787 em junho de 2026, alta de 56.756 (cerca de 4,2%), segundo o TabNet da ANS. No Brasil, no mesmo período, a alta foi de cerca de 1,4%, de 52.340.620 para 53.055.406, pela mesma fonte.

Fonte: ANS TabNet: Beneficiários por UFs, Regiões Metropolitanas e Capitais (SIB/ANS), junho de 2025 a junho de 2026

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Quantas pessoas têm plano de saúde no Brasil?

O Brasil tinha 53.055.406 beneficiários em planos de assistência médica em junho de 2026, segundo a página Dados Gerais da ANS, com dados do SIB atualizados até agosto de 2026. O Espírito Santo respondia por 1.416.787 deles no mesmo mês, segundo o TabNet da ANS.

Fonte: ANS: Perfil do setor, Dados Gerais, junho de 2026 (SIB atualizado até 08/2026); ANS TabNet: Beneficiários por UFs, Regiões Metropolitanas e Capitais (SIB/ANS), junho de 2026

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No ES, a maioria tem plano de saúde empresarial ou individual?

Empresarial: em junho de 2026, 1.106.756 dos 1.416.787 beneficiários de assistência médica do Espírito Santo estavam em planos coletivos empresariais, segundo o TabNet da ANS. Pela mesma fonte e no mesmo mês, 169.679 estavam em coletivos por adesão, 140.147 em planos individuais ou familiares e 205 sem tipo informado.

Fonte: ANS TabNet: Beneficiários por UFs, Regiões Metropolitanas e Capitais (SIB/ANS), junho de 2026

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Quantos capixabas ainda têm plano de saúde antigo, de antes da Lei 9.656/98?

Em junho de 2026, 23.320 beneficiários de planos individuais ou familiares do Espírito Santo estavam em planos anteriores à Lei 9.656/98, segundo o TabNet da ANS. Outros 116.827 estavam em planos individuais ou familiares posteriores à lei, pela mesma fonte. Esses números cobrem só os planos individuais ou familiares, que somavam 140.147 beneficiários no estado.

Fonte: ANS TabNet: Beneficiários por UFs, Regiões Metropolitanas e Capitais (SIB/ANS), junho de 2026

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Reclamações (IGR) das operadoras

O que é o IGR da ANS?

O IGR, Índice Geral de Reclamações, é a média mensal de reclamações registradas na ANS via NIP para cada 100 mil beneficiários de uma operadora, segundo a ficha técnica do índice (versão 2023). Quanto menor o IGR, maior a satisfação, diz a mesma ficha. Como a base é de 100 mil beneficiários, operadoras grandes e pequenas ficam na mesma escala.

Fonte: ANS: Ficha Técnica do Índice Geral de Reclamações (IGR), metodologia vigente (versão 2023)

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Qual o IGR da Unimed Vitória?

O IGR de assistência médica da Unimed Vitória foi 61,43 em agosto de 2026, com 271 reclamações no mês sobre 441.170 beneficiários de julho, segundo os dados abertos da ANS. Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026, ficou em 63,74 (cálculo próprio sobre os mesmos dados). O setor inteiro teve 52,91 no mesmo período, pelo mesmo cálculo.

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio)

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Qual o IGR da MedSênior?

O IGR de assistência médica da MedSênior foi 70,42 em agosto de 2026, com 215 reclamações no mês sobre 305.295 beneficiários de julho, segundo os dados abertos da ANS. Lá ela aparece como SAMEDIL Serviços de Atendimento Médico S/A, registro 335614, como mostra o cadastro de operadoras ativas da ANS de 6 de outubro de 2026. Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026, o índice foi 76,30 (cálculo próprio sobre os dados da ANS).

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio); ANS Dados Abertos: Relatório CADOP de operadoras ativas, consulta de 06/10/2026

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Qual o IGR da Samp?

O IGR de assistência médica da Samp foi 60,50 em agosto de 2026, com 260 reclamações no mês sobre 429.765 beneficiários de julho, segundo os dados abertos da ANS. No mesmo arquivo ela aparece como SAMP Espírito Santo Assistência Médica S.A., registro 342033. Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026, o índice foi 46,11 (cálculo próprio sobre os dados da ANS).

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio)

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Qual o IGR da SulAmérica Saúde?

O IGR de assistência médica da Sul América Companhia de Seguro Saúde foi 101,06 em agosto de 2026, com 2.456 reclamações no mês sobre 2.430.136 beneficiários de julho, segundo os dados abertos da ANS. A operadora tem abrangência nacional, e o índice cobre o país todo. Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026, foi 89,98 (cálculo próprio sobre os dados da ANS).

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio)

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Qual o IGR das Unimeds do interior do Espírito Santo?

Em agosto de 2026, segundo os dados abertos da ANS, o IGR de assistência médica foi 30,65 na Unimed Sul Capixaba (Cachoeiro de Itapemirim), 23,50 na Unimed Noroeste Capixaba (Colatina) e 20,64 na Unimed Norte Capixaba (Linhares). Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026 (cálculo próprio sobre os mesmos dados), foram 12,68, 7,89 e 17,90.

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio)

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Qual plano de saúde tem menos reclamações em Vitória, Serra, Vila Velha e Cariacica?

O IGR da ANS é medido por operadora, não por cidade: entre Samp, Unimed Vitória, MedSênior e SulAmérica, a Samp teve o menor índice, 46,11 reclamações por 100 mil beneficiários na média de setembro de 2025 a agosto de 2026 (cálculo próprio sobre dados abertos da ANS). Pelo mesmo cálculo, a Unimed Vitória teve 63,74, a MedSênior 76,30 e a SulAmérica, de abrangência nacional, 89,98. O índice não mede rede credenciada nem preço.

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio); ANS: Ficha Técnica do Índice Geral de Reclamações (IGR), metodologia vigente (versão 2023)

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Qual a média de reclamações dos planos de saúde no Brasil?

O IGR de assistência médica de todas as operadoras somadas foi 60,20 em agosto de 2026, com 31.998 reclamações no mês sobre 53.156.550 beneficiários de julho, por cálculo próprio sobre os dados abertos da ANS com a fórmula da ficha técnica. Entre as operadoras de grande porte, foi 65,57 no mesmo mês. Na média de setembro de 2025 a agosto de 2026, o setor ficou em 52,91, pelo mesmo cálculo.

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), setembro de 2025 a agosto de 2026 (média de 12 meses por cálculo próprio); ANS: Ficha Técnica do Índice Geral de Reclamações (IGR), metodologia vigente (versão 2023)

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Por que a MedSênior aparece como SAMEDIL na ANS?

Porque SAMEDIL Serviços de Atendimento Médico S/A é a razão social registrada na ANS, e MedSênior é o nome fantasia, segundo o cadastro de operadoras ativas da ANS consultado em 6 de outubro de 2026. O registro ANS é 335614, na modalidade medicina de grupo, com sede em Vitória (ES). É com a razão social que ela aparece no IGR.

Fonte: ANS Dados Abertos: Relatório CADOP de operadoras ativas, consulta de 06/10/2026

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Como consultar as reclamações de um plano de saúde na ANS?

A ANS publica o IGR de cada operadora nos dados abertos, no arquivo pda-023-igr.csv, com reclamações, beneficiários e porte mês a mês. Procure pelo registro ANS ou pela razão social, que pode ser diferente do nome comercial: a MedSênior, por exemplo, aparece como SAMEDIL. A versão usada aqui, atualizada em 8 de setembro de 2026, vai até agosto de 2026.

Fonte: ANS Dados Abertos: Índice Geral de Reclamações, versão 2023 (pda-023-igr.csv), agosto de 2026, beneficiários de julho de 2026 (arquivo atualizado em 08/09/2026); ANS Dados Abertos: Relatório CADOP de operadoras ativas, consulta de 06/10/2026

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Reajuste do plano de saúde

Qual o reajuste do plano de saúde individual em 2026?

O teto é de 5,11%, aprovado pela ANS para os planos individuais e familiares médico-hospitalares contratados a partir da Lei 9.656/98 ou adaptados a ela, segundo a Nota Técnica nº 3/2026 da ANS. Vale de 1º de maio de 2026 a 30 de abril de 2027 e é aplicado no aniversário do contrato. No ciclo anterior, o teto foi de 6,06% (Nota Técnica nº 2/2025).

Fonte: ANS: Nota Técnica nº 3/2026/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2026), 1º/05/2026 a 30/04/2027; ANS: Nota Técnica nº 2/2025/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2025), 1º/05/2025 a 30/04/2026

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Qual foi o reajuste do plano de saúde individual em 2025?

O teto foi de 6,06%, autorizado pela ANS para os planos individuais e familiares no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026, segundo a Nota Técnica nº 2/2025 da ANS. Para o ciclo seguinte, de maio de 2026 a abril de 2027, o teto caiu para 5,11%, pela Nota Técnica nº 3/2026.

Fonte: ANS: Nota Técnica nº 2/2025/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2025), 1º/05/2025 a 30/04/2026; ANS: Nota Técnica nº 3/2026/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2026), 1º/05/2026 a 30/04/2027

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O teto de reajuste da ANS vale para plano empresarial?

Não: o teto de 5,11% aprovado pela ANS para maio de 2026 a abril de 2027 vale para os planos individuais e familiares contratados a partir da Lei 9.656/98 ou adaptados, segundo a Nota Técnica nº 3/2026. No Espírito Santo, 1.106.756 beneficiários estavam em planos coletivos empresariais em junho de 2026, segundo o TabNet da ANS, fora desse teto.

Fonte: ANS: Nota Técnica nº 3/2026/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2026), 1º/05/2026 a 30/04/2027; ANS TabNet: Beneficiários por UFs, Regiões Metropolitanas e Capitais (SIB/ANS), junho de 2026

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Em que mês o reajuste anual do plano de saúde individual é cobrado?

No mês de aniversário do contrato: o teto de 5,11% da ANS para planos individuais e familiares é aplicado no aniversário, no período de 1º de maio de 2026 a 30 de abril de 2027, segundo a Nota Técnica nº 3/2026 da ANS. Um plano individual que faz aniversário em outubro de 2026, por exemplo, pode ter reajuste de até 5,11% nesse mês.

Fonte: ANS: Nota Técnica nº 3/2026/COREF/GEFAP/GGREP/DIRAD-DIPRO/DIPRO (reajuste dos planos individuais e familiares 2026), 1º/05/2026 a 30/04/2027

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Prazos de atendimento

Qual o prazo máximo para o plano de saúde marcar consulta?

Até 7 dias úteis para consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia) e até 14 dias úteis nas demais especialidades médicas, pela Resolução Normativa 566/2022 da ANS, art. 3º, em vigor desde 1º de fevereiro de 2023. O prazo conta do dia do pedido até a consulta acontecer.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 566/2022 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), em vigor desde 01/02/2023

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Quantos dias o plano de saúde tem para fazer exame?

Até 3 dias úteis para exames de laboratório de análises clínicas ambulatoriais e até 10 dias úteis para os demais exames e terapias ambulatoriais, pela Resolução Normativa 566/2022 da ANS, em vigor desde 1º de fevereiro de 2023. Procedimentos de alta complexidade têm até 21 dias úteis, segundo a tabela de prazos da ANS atualizada em 28 de julho de 2026.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 566/2022 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), em vigor desde 01/02/2023; ANS: Prazos para realização de consultas, exames, terapias e internações, página atualizada em 28/07/2026

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Qual o prazo do plano de saúde para internação marcada com antecedência?

Até 21 dias úteis para internação eletiva, a marcada com antecedência, segundo a tabela de prazos máximos da ANS, atualizada em 28 de julho de 2026. Pela mesma tabela, o atendimento em hospital-dia tem até 10 dias úteis e os procedimentos de alta complexidade, até 21 dias úteis.

Fonte: ANS: Prazos para realização de consultas, exames, terapias e internações, página atualizada em 28/07/2026

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O plano de saúde tem que atender urgência e emergência na hora?

Sim: urgência e emergência têm atendimento imediato, segundo a tabela de prazos máximos da ANS, atualizada em 28 de julho de 2026. Pela Lei 9.656/1998, art. 12, na redação em vigor, a carência máxima para urgência e emergência é de 24 horas.

Fonte: ANS: Prazos para realização de consultas, exames, terapias e internações, página atualizada em 28/07/2026; Lei nº 9.656/1998 (Planalto), redação vigente

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O prazo de atendimento do plano vale para o médico que eu escolher?

Não necessariamente: pela Resolução Normativa 566/2022 da ANS, em vigor desde 1º de fevereiro de 2023, a operadora cumpre o prazo se oferecer o atendimento em qualquer prestador da rede no município, não obrigatoriamente no que você escolheu. O prazo conta da data do pedido até a realização do serviço.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 566/2022 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), em vigor desde 01/02/2023

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A RN 259 da ANS ainda vale para os prazos de atendimento?

Não: a RN 259/2011 foi revogada pela Resolução Normativa 566/2022 da ANS, que entrou em vigor em 1º de fevereiro de 2023 e é a norma atual dos prazos máximos de atendimento. Pela RN 566, consulta básica tem até 7 dias úteis e as demais especialidades médicas, até 14 dias úteis.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 566/2022 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), em vigor desde 01/02/2023

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Portabilidade e carências

Quanto tempo preciso ficar no plano para fazer portabilidade de carências?

Na primeira portabilidade, pelo menos 2 anos no plano de origem, ou 3 anos se você cumpriu cobertura parcial temporária; nas seguintes, 1 ano, pela Resolução Normativa 438/2018 da ANS, que segue vigente. Também é preciso ter contrato ativo e mensalidades em dia, plano de origem contratado depois de 1º de janeiro de 1999 ou adaptado e plano novo em faixa de preço igual ou menor.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 438/2018 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), texto vigente, de 03/12/2018; ANS: Espaço do Consumidor, Portabilidade de carências, página atualizada em 23/07/2026

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O hospital saiu da rede do meu plano. Posso trocar sem carência?

Pode pedir a portabilidade de carências em até 180 dias do descredenciamento do hospital, ou do fechamento do pronto-socorro dele, no município onde você mora ou contratou o plano, pelo art. 8º-A da RN 438/2018, incluído pela RN 585/2023 da ANS. Nesse caso não se exige prazo de permanência nem compatibilidade de faixa de preço.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 585/2023 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), 18/08/2023 (inclui o art. 8º-A na RN 438); Resolução Normativa ANS nº 438/2018 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), texto vigente, de 03/12/2018

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O que é CPT no plano de saúde?

CPT é a Cobertura Parcial Temporária, definida pela Resolução Normativa 558/2022 da ANS, em vigor desde 1º de fevereiro de 2023. Por até 24 meses seguidos a partir da contratação, ela permite suspender a cobertura de procedimentos de alta complexidade, leitos de alta tecnologia e cirurgias ligados só às doenças ou lesões preexistentes declaradas.

Fonte: Resolução Normativa ANS nº 558/2022 (Saúde Legis, Ministério da Saúde), em vigor desde 01/02/2023

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Raios no Brasil e no Espírito Santo

Quantos raios caem por ano no Brasil?

Caem de 100 a 150 milhões de raios por ano no Brasil, na média dos últimos 10 anos, segundo o INPE, em notícia publicada em 26/03/2026. A faixa é larga porque o número depende da técnica de monitoramento usada, pela mesma fonte.

Fonte: INPE (gov.br/inpe): notícia sobre o aumento de raios no Brasil, média dos últimos 10 anos; publicada em 26/03/2026 e atualizada em 07/07/2026

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Os raios vão aumentar com o aquecimento global?

Podem aumentar: o INPE estima que a incidência de raios pode crescer de 15% a 40% para cada 1°C de aumento da temperatura média global, em notícia de 26/03/2026. Se o ritmo atual de aquecimento continuar, a média brasileira pode chegar perto ou passar de 200 milhões de raios por ano até 2100, pela mesma fonte. Na média dos últimos 10 anos, foram de 100 a 150 milhões por ano, pelo mesmo INPE.

Fonte: INPE (gov.br/inpe): notícia sobre o aumento de raios no Brasil, estimativa publicada em 26/03/2026 (atualizada em 07/07/2026); projeção até 2100

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Quantos raios caem por ano no Espírito Santo?

O Espírito Santo teve 640.198 raios em 2022, segundo dados do ELAT/INPE publicados pelo jornal A Gazeta em 29/11/2023. De janeiro a outubro de 2023 já eram 692.031, ou 51.833 a mais que em todo o ano de 2022, pela mesma matéria. Os totais de 2023 inteiro, de 2024 e de 2025 não foram achados em fonte oficial.

Fonte: A Gazeta (imprensa), com dados do Elat/Inpe: matéria de 29/11/2023, 2022 e janeiro a outubro de 2023

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Cai muito raio em Vitória?

Pouco, para o padrão do estado: Vitória tem 1,74 descargas por km² por ano e fica em 75º lugar entre os 78 municípios do Espírito Santo, segundo a tabela por município do ELAT/INPE de 28/03/2013, que não informa o período de medição. Na mesma tabela, Dores do Rio Preto, a mais alta do estado, tem 7,82, cerca de 4 vezes a densidade de Vitória.

Fonte: INPE/ELAT: Densidade de Raios por Município, arquivo de 28/03/2013 (cópia de 22/02/2014 no Wayback Machine) (cópia arquivada no Web Archive), tabela datada de 28/03/2013, pelo nome do arquivo, com população do IBGE de 2010; o documento não informa o período de medição

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Onde caem mais raios no Espírito Santo?

No Caparaó e no sul do estado: Dores do Rio Preto tem 7,82 descargas por km² por ano e Guaçuí tem 7,32, as duas maiores densidades do Espírito Santo, segundo a tabela por município do ELAT/INPE de 28/03/2013, que não informa o período de medição. Pela mesma tabela, Vitória tem 1,74, e a densidade de Dores do Rio Preto é cerca de 4 vezes a de Vitória.

Fonte: INPE/ELAT: Densidade de Raios por Município, arquivo de 28/03/2013 (cópia de 22/02/2014 no Wayback Machine) (cópia arquivada no Web Archive), tabela datada de 28/03/2013, pelo nome do arquivo, com população do IBGE de 2010; o documento não informa o período de medição

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Cai muito raio na Serra, em Vila Velha e em Cariacica?

Bem menos que no Caparaó: a Serra tem 2,43 descargas por km² por ano, Cariacica 2,12 e Vila Velha 1,71, segundo a tabela por município do ELAT/INPE de 28/03/2013, que não informa o período de medição. Pela mesma tabela, Dores do Rio Preto, a mais alta do estado, tem 7,82, Viana tem 2,11, Guarapari 1,93 e Fundão 4,09, a maior da Grande Vitória. Vila Velha fica em 76º lugar entre os 78 municípios do ES, pela mesma tabela.

Fonte: INPE/ELAT: Densidade de Raios por Município, arquivo de 28/03/2013 (cópia de 22/02/2014 no Wayback Machine) (cópia arquivada no Web Archive), tabela datada de 28/03/2013, pelo nome do arquivo, com população do IBGE de 2010; o documento não informa o período de medição

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Raio, vendaval e alagamento no seguro

Qual a cobertura mais acionada no seguro da casa e da empresa?

A de danos elétricos: é a garantia mais acionada nos seguros patrimoniais, de casas, empresas e condomínios, e chega a 35% do total das indenizações, segundo dados de mercado da FenSeg publicados pela Revista de Seguros, da CNseg, em artigo de 2023. Pela mesma fonte, os sinistros dessa garantia cresceram 63% entre o 1º trimestre de 2020 e o de 2023. O dado é nacional, não do Espírito Santo.

Fonte: Revista de Seguros (CNseg): artigo sobre crise climática e raios, com dados de mercado da FenSeg (cópia de 06/06/2025 no Wayback Machine) (cópia arquivada no Web Archive), 1º trimestre de 2020 ao 1º trimestre de 2023 (artigo de 2023; a página não mostra a data exata)

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O seguro residencial cobre vendaval e telhado arrancado pelo vento?

Cobre se a apólice tiver a cobertura de vendaval, que é escolhida à parte; a cobertura básica do seguro residencial é incêndio, queda de raio e explosão. Acontece no ES: nas chuvas de 4 e 5/01/2026, a Defesa Civil do ES registrou uma casa destelhada no bairro Ulisses Guimarães, em Vila Velha, e 15 residências destelhadas em João Neiva, segundo boletim de 07/01/2026.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 07/01/2026, 11h (portal Alerta! ES), ocorrências de 04 e 05/01/2026

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O seguro residencial cobre alagamento?

Só se a apólice incluir alagamento entre as coberturas contratadas: ele não faz parte da cobertura básica, que é incêndio, queda de raio e explosão. Na inundação de 22 a 23/03/2024, quase 4.000 domicílios foram atingidos na sede de Mimoso do Sul, mais de 50% dos imóveis da sede, segundo a Declaração de Extensão de Desastre da Defesa Civil do ES, de 24/04/2024.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Declaração de Extensão de Desastre nº 001/2024, inundação de 22 a 23/03/2024; declaração de 24/04/2024

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O seguro empresarial cobre raio, vendaval e alagamento?

Cobre conforme as coberturas contratadas: a básica inclui incêndio, explosão e queda de raio, e vendaval, alagamento e danos elétricos entram como coberturas escolhidas, conforme a atividade e o local. Nas chuvas de 27 e 28/02/2026, a Defesa Civil do ES registrou alagamentos em Cariacica, Guarapari, Serra, Viana e Vila Velha, segundo boletim de 28/02/2026.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 28/02/2026, 17h (portal Alerta! ES), ocorrências de 27 e 28/02/2026

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Chuvas e desastres no Espírito Santo

Quantas pessoas a chuva de março de 2024 atingiu no sul do Espírito Santo?

A Defesa Civil do ES estimou 14.687 desalojados, 265 desabrigados, 2 desaparecidos e 20 mortes nas chuvas de março de 2024, no boletim de 31/03/2024. Só Mimoso do Sul teve 8.600 desalojados e 18 mortes, pelo mesmo boletim, que avisava que os números eram estimados. O plano estadual de defesa civil de dezembro de 2025 fala em cerca de 10.000 desalojados em Mimoso do Sul.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 31/03/2024, 11h (portal Alerta! ES), chuvas de março de 2024; boletim de 31/03/2024; Defesa Civil do ES (Cepdec): Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil (PEPDEC), dezembro de 2025, evento de março de 2024 em Mimoso do Sul; plano de dezembro de 2025

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Quais municípios do ES ficaram em situação de emergência nas chuvas de março de 2024?

Foram 13, pela Portaria nº 992 do Ministério da Integração, de 24/03/2024: Alegre, Alfredo Chaves, Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Guaçuí, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muniz Freire, Muqui, Rio Novo do Sul, São José do Calçado e Vargem Alta. O reconhecimento foi por chuvas intensas e seguiu o Decreto Estadual nº 501-S, de 23/03/2024.

Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional: Portaria nº 992, de 24/03/2024, chuvas de 22 a 23/03/2024; portaria de 24/03/2024

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Quanto choveu em Mimoso do Sul em março de 2024?

Pluviômetros manuais marcaram até 600 mm em algumas regiões de Mimoso do Sul, segundo o Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil do ES, de dezembro de 2025. Na sede, quase 4.000 domicílios foram atingidos, e quase 3.000 eram residências, segundo a Declaração de Extensão de Desastre da Defesa Civil do ES, de 24/04/2024.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil (PEPDEC), dezembro de 2025, evento de março de 2024 em Mimoso do Sul; plano de dezembro de 2025; Defesa Civil do ES (Cepdec): Declaração de Extensão de Desastre nº 001/2024, inundação de 22 a 23/03/2024; declaração de 24/04/2024

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Quantas pessoas ficaram desalojadas nas chuvas de janeiro de 2025 no ES?

No pico das chuvas, eram 903 desalojados e 207 desabrigados no Espírito Santo, segundo o boletim da Defesa Civil do ES de 11/01/2025. Em 16/01/2025, 10 municípios tinham decreto de situação de emergência, entre eles Viana, na Grande Vitória, segundo o boletim desse dia.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 11/01/2025, 11h (portal Alerta! ES), chuvas de janeiro de 2025; boletim de 11/01/2025; Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 16/01/2025, 17h (portal Alerta! ES), chuvas de janeiro de 2025; boletim de 16/01/2025

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Alguma cidade da Grande Vitória já decretou emergência por chuva?

Sim: Viana decretou situação de emergência nas chuvas de janeiro de 2025 (Decreto 001/2025), segundo o boletim da Defesa Civil do ES de 16/01/2025, que listava 10 decretos no estado. Nos boletins das chuvas de 04/12/2025, de 27 e 28/02/2026 e de 21/03/2026, a Defesa Civil informou que não havia decretos.

Fonte: Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 16/01/2025, 17h (portal Alerta! ES), chuvas de janeiro de 2025; boletim de 16/01/2025; Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 07/12/2025, 17h (portal Alerta! ES), ocorrências de 04/12/2025; Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 28/02/2026, 17h (portal Alerta! ES), ocorrências de 27 e 28/02/2026; Defesa Civil do ES (Cepdec): Boletim Extraordinário de 22/03/2026, 11h (portal Alerta! ES), ocorrências de 21/03/2026

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